''Pezam kilos no Meu querer
as salas-de-espera de Mim.
Tu chegas sempre primeiro…
Eu volto sempre amanhã…
Agora vou esperar que morras.
Mas tu és tantos que não morres…
Vou deixar d'esp'rar que morras
—Vou deixar d'esp'rar por Mim?!…''
José d'Almada-Negreiros
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
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